pequeno almoço
Posted: 26.7.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: neo-absurdo, nervios, o mundo ao contráriono café a limar as unhas à amiga!!!!!!!!!! ah porra... mas que nojo...
"gosto"
Posted: 12.7.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: apetites diários para consumo imediato, devaneios, o mundo ao contrárioDolce & Cappana
fuck you all
Posted: 17.6.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: nervios, o mundo ao contrário, the world is a vampire, vontadeé preciso repetir???????
futre joga poker
Posted: 11.6.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: neo-absurdo, o mundo ao contrário, the world is a vampireApós ver a notícia intitulada "futre joga poker", proponho que se faça uma série dos famosos livros da "Anita" mas dedicada ao grande guru..
Tipo: "futre vai ao campo", "futre vai à escola", "futre faz um curso de teatro", "futre faz de conta", blá blá blá blá...
ensinar às crianças porque, mais tarde vão ser adultos!
wow... que profundidade... que lógica estonteante.
smile...
Posted: 21.4.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: aih a minha vida, angustias, de mim para comigo, devaneios, nervios, o mundo ao contrário, the world is a vampirediário de rosarinho
Posted: 20.4.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: apetites diários para consumo imediato, arte, diário de rosarinho, neo-absurdo, o mundo ao contrário, the world is a vampirea moda das siglas com 3 letras
Posted: 15.4.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: devaneios, o mundo ao contrário, the world is a vampirePDI
Posted: 29.3.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: angustias, apetites diários para consumo imediato, musica, o mundo ao contrário, the world is a vampirePortugal
Posted: 25.3.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: experiências, livros, o mundo ao contrário, tradiçõesÓ Portugal, se fosses só três sílabas,
linda vista para o mar,
Minho verde, Algarve de cal,
jerico rapando o espinhaço da terra,
surdo e miudinho,
moinho a braços com um vento
testarudo, mas embolado e, afinal, amigo,
se fosses só o sal, o sol, o sul,
o ladino pardal,
o manso boi coloquial,
a rechinante sardinha,
a desancada varina,
o plumitivo ladrilhado de lindos adjectivos,
a muda queixa amendoada
duns olhos pestanítidos,
se fosses só a cegarrega do estio, dos estilos,
o ferrugento cão asmático das praias,
o grilo engaiolado, a grila no lábio,
o calendário na parede, o emblema na lapela,
ó Portugal, se fosses só três sílabas
de plástico, que era mais barato!
Doceiras de Amarante, barristas de Barcelos,
rendeiras de Viana, toureiros da Golegã,
não há "papo-de-anjo" que seja o meu derriço,
galo que cante a cores na minha prateleira,
alvura arrendada para ó meu devaneio,
bandarilha que possa enfeitar-me o cachaço.
Portugal: questão que eu tenho comigo mesmo,
golpe até ao osso, fome sem entretém,
perdigueiro marrado e sem narizes, sem perdizes,
rocim engraxado,
feira cabisbaixa,
meu remorso,
meu remorso de todos nós...
Portugal de Alexandre O'Neil
tpm do cromossoma y
Posted: 15.3.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: nervios, o mundo ao contrárioou é de mim ou os gajos andam todos com o período?!
se não morrer de tédio, morro de frio!
aérea
Posted: 21.11.10 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: neo-absurdo, nervios, o mundo ao contrárioestou irritada este domingo. as minhas rotinas serão invertidas.
2 aninhos!
Posted: 13.11.10 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: o mundo ao contrário, the world is a vampire, tradições, vontadeo mais coisa, menos coisa faz hoje 2 anos!
quero agradecer a todos aqueles que me inspiraram e a todos aqueles que me fizeram rir! a todos os que de alguma maneira participaram neste blog! às coisas que me irritam e porque não, agradecer também àqueles que não simpatizam comigo e por aqueles que não nutro muito apreço!
a todos um muito obrigado!
bem hajam!
tá mau, hoje...
Posted: 4.11.10 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: de mim para comigo, o mundo ao contrárioups! lá foi um copo...
a paranóia do outono II
Posted: 20.10.10 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: angustias, livros, o mundo ao contrário, tradiçõesBicarbonato de Soda
Súbita, uma angústia...
Ah, que angústia, que náusea do estômago à alma!
Que amigos que tenho tido!
Que vazias de tudo as cidades que tenho percorrido!
Que esterco metafísico os meus propósitos todos!
Uma angústia,
Uma desconsolação da epiderme da alma,
Um deixar cair os braços ao sol-pôr do esforço...
Renego.
Renego tudo.
Renego mais do que tudo.
Renego a gládio e fim todos os Deuses e a negação deles.
Mas o que é que me falta, que o sinto faltar-me no estômago e na
circulação do sangue?
Que atordoamento vazio me esfalfa no cérebro?
Devo tomar qualquer coisa ou suicidar-me?
Não: vou existir. Arre! Vou existir.
E-xis-tir...
E--xis--tir...
Meu Deus! Que budismo me esfria o sangue!
Renunciar de portas todas abertas,
Perante a paisagem todas as paisagens,
Sem esperança, em liberdade,
Sem nexo,
Acidente da inconsequência da superfície das coisas,
Monótono mas dorminhoco,
E que brisas quando as portas e as janelas estão todas abertas!
Que verão agradável dos outros!
Dêem-me de beber, que não tenho sede!
Álvaro de Campos in "Poemas"
a paranóia do outono
Posted: by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: angustias, nervios, o mundo ao contrário, tradiçõesperigo de extinção
Posted: 16.10.10 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: neo-absurdo, o mundo ao contrário, the world is a vampirenova espécie em extinção: a classe média portuguesa






















