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not a number

Posted: 25.1.12 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: ,
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pequeno almoço

Posted: 26.7.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: , ,
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no café a limar as unhas à amiga!!!!!!!!!! ah porra... mas que nojo...

"gosto"

Posted: 12.7.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: , ,
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Dolce & Cappana

fuck you all

Posted: 17.6.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: , , ,
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é preciso repetir???????

fuck you all

futre joga poker

Posted: 11.6.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: , ,
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Após ver a notícia intitulada "futre joga poker", proponho que se faça uma série dos famosos livros da "Anita" mas dedicada ao grande guru..
Tipo: "futre vai ao campo", "futre vai à escola", "futre faz um curso de teatro", "futre faz de conta", blá blá blá blá...

tv

Posted: 6.5.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: ,
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ensinar às crianças porque, mais tarde vão ser adultos!
wow... que profundidade... que lógica estonteante.

smile...

Posted: 21.4.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: , , , , , ,
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a minha melhor foto...


diário de rosarinho

Posted: 20.4.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: , , , , ,
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hum... ora deixa ver o que vai ser hoje... esta não. esta também não. hum.. hoje, pode ser esta cara.


Christophe Huet

a moda das siglas com 3 letras

Posted: 15.4.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: , ,
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e porque está na moda as siglas com três letras, lembrei-me de OMO!
porque ao contrário de que se passa no país, com OMO, branco mais branco não há.











PDI

Posted: 29.3.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: , , , ,
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Portugal

Posted: 25.3.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: , , ,
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Ó Portugal, se fosses só três sílabas,
linda vista para o mar,
Minho verde, Algarve de cal,
jerico rapando o espinhaço da terra,
surdo e miudinho,
moinho a braços com um vento
testarudo, mas embolado e, afinal, amigo,
se fosses só o sal, o sol, o sul,
o ladino pardal,
o manso boi coloquial,
a rechinante sardinha,
a desancada varina,
o plumitivo ladrilhado de lindos adjectivos,
a muda queixa amendoada
duns olhos pestanítidos,
se fosses só a cegarrega do estio, dos estilos,
o ferrugento cão asmático das praias,
o grilo engaiolado, a grila no lábio,
o calendário na parede, o emblema na lapela,
ó Portugal, se fosses só três sílabas
de plástico, que era mais barato!

Doceiras de Amarante, barristas de Barcelos,
rendeiras de Viana, toureiros da Golegã,
não há "papo-de-anjo" que seja o meu derriço,
galo que cante a cores na minha prateleira,
alvura arrendada para ó meu devaneio,

bandarilha que possa enfeitar-me o cachaço.
Portugal: questão que eu tenho comigo mesmo,
golpe até ao osso, fome sem entretém,
perdigueiro marrado e sem narizes, sem perdizes,
rocim engraxado,
feira cabisbaixa,
meu remorso,
meu remorso de todos nós...

Portugal de Alexandre O'Neil





tpm do cromossoma y

Posted: 15.3.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: ,
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ou é de mim ou os gajos andam todos com o período?!

achas mesmo?

Posted: 15.2.11 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: ,
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porraaaaaa

Posted: 27.11.10 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas:
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se não morrer de tédio, morro de frio!

aérea

Posted: 21.11.10 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: , ,
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estou irritada este domingo. as minhas rotinas serão invertidas.

2 aninhos!

Posted: 13.11.10 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: , , ,
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o mais coisa, menos coisa faz hoje 2 anos!
quero agradecer a todos aqueles que me inspiraram e a todos aqueles que me fizeram rir! a todos os que de alguma maneira participaram neste blog! às coisas que me irritam e porque não, agradecer também àqueles que não simpatizam comigo e por aqueles que não nutro muito apreço!
a todos um muito obrigado!
bem hajam!

tá mau, hoje...

Posted: 4.11.10 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: ,
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ups! lá foi um copo...

a paranóia do outono II

Posted: 20.10.10 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: , , ,
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Bicarbonato de Soda

Súbita, uma angústia...
Ah, que angústia, que náusea do estômago à alma!
Que amigos que tenho tido!
Que vazias de tudo as cidades que tenho percorrido!
Que esterco metafísico os meus propósitos todos!

Uma angústia,
Uma desconsolação da epiderme da alma,
Um deixar cair os braços ao sol-pôr do esforço...
Renego.
Renego tudo.
Renego mais do que tudo.
Renego a gládio e fim todos os Deuses e a negação deles.
Mas o que é que me falta, que o sinto faltar-me no estômago e na
circulação do sangue?
Que atordoamento vazio me esfalfa no cérebro?

Devo tomar qualquer coisa ou suicidar-me?
Não: vou existir. Arre! Vou existir.
E-xis-tir...
E--xis--tir...

Meu Deus! Que budismo me esfria o sangue!
Renunciar de portas todas abertas,
Perante a paisagem todas as paisagens,

Sem esperança, em liberdade,
Sem nexo,
Acidente da inconsequência da superfície das coisas,
Monótono mas dorminhoco,
E que brisas quando as portas e as janelas estão todas abertas!
Que verão agradável dos outros!

Dêem-me de beber, que não tenho sede!


Álvaro de Campos in "Poemas"

a paranóia do outono

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perigo de extinção

Posted: 16.10.10 by mais coisa, menos coisa in Etiquetas: , ,
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nova espécie em extinção: a classe média portuguesa